terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Afinal, o projeto segue!





Nesta semana, a equipe técnica do MASJ reiniciou os trabalhos para a revitalização da exposição itinerante Afinal, o que é Arqueologia. Durante nove anos, esta exposição circulou por Joinville e cidades vizinhas atingindo um público de mais de 20 mil pessoas. Em 2011, o museu encaminhou ao edital do IBRAM um projeto para recuperar, modernizar e adequar a exposição. O projeto coordenado pelo educador Gerson Machado foi aprovado e, desde 2014, o museu tem trabalhado para desenvolver as propostas de modernização. A nova concepção visual está sendo elaborada pela equipe da SECOM, sob a coordenação do gerente de Marketing, Pierre Themotheo, que esteve no MASJ para discutir os conceitos básicos da exposição. A consultora Amanda Tojal também integra a equipe e, em breve, estará em Joinville para discutir a acessibilidade de todo o material. Módulos novos, história em quadrinhos, jogos, equipamentos multimídia são algumas das novidades da exposição. O blog do MASJ vai registrar todas as etapas!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Monitoramento 2015









A equipe técnica do MASJ deu início às vistorias de campo de 2015. Nesta semana, com o apoio da Marina das Garças, estivemos no sambaqui Cubatão I, localizado na Foz do Rio Cubatão. Infelizmente, a erosão deste sambaqui continua em ritmo acelerado e o desmoronando do perfil nordeste do sítio é cada vez mais visível. Há mais de dez anos o Museu de Sambaqui vem monitorando o Cubatão I. Alternativas, como a implantação de gabiões para amenizar o impacto das marolas que se formam durante a passagem dos barcos podem ter resultados positivos e o museu tem pleiteado recursos para esta estratégia.  Além da erosão, os vestígios de fogueira e lixo contemporâneos no entorno e na base do sambaqui também prejudicam a preservação deste patrimônio. Muitas pessoas invadem os limites do sambaqui para fazer fogueira durante a pesca, chegando até a escavar buracos na base do sítio. A equipe do MASJ reforça que estes danos são crimes previstos por lei. Além disso, os vestígios atuais podem comprometer as pesquisas futuras, como a coleta de dados para a datação e para identificação da dieta e das rotinas dos grupos pescadores-caçadores-coletores.  O MASJ tem projeto aprovado pelo Ministério da Cultura para captar recursos e dar continuidade à escavação e pesquisa arqueológico no Cubatão I.  Seja parceiro do MASJ e dos sambaquis. Aproveite estes espaços sem danificá-los !

Apoio para diagnóstico interventivo



A equipe do Setor de Arqueologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) esteve no MASJ no dia 13 de janeiro. Os técnicos do I-Parque Unesc realizaram o diagnóstico interventivo em algumas áreas da cidade para futuras obras de saneamento da Companhia Águas de Joinville.  Os diagnósticos são uma exigência legal para muitas obras e o levantamento de informações e mapeamento arqueológico são necessários. O museu atua  sendo parceiro para esclarecimentos, envio de informações técnicas e até monitoramento destas atividades, quando necessário.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Museu é bom programa para as férias!




 Para quem não conhece ou para quem quer revisitar a exposição do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville fica a sugestão para um programa cultural de férias.  Além da exposição de longa duração Coisas a OIhar, a exposição temporária Paisagens Mutantes e a reconstituição facial do rosto de um sambaquiano podem ser conferidas. No período de festas, o MASJ recebeu muitos turistas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Os joinvilenses também prestigiaram o museu, que durante o mês de janeiro estará aberto de terça a domingo, das 12h às 18h. A entrada é gratuita.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Museu que não educa não é museu!

No discurso e na prática o compromisso com a educação é a diretriz que move a equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville. Os lemas “Educação para o povo” e “Museu que não educa não é museu” estão presentes na prática do MASJ desde que a instituição abriu suas portas em 1972. De lá para cá, as visitas monitoradas e os projetos educativos vem se aprimorando sempre com a missão de tornar visível e compreensível o patrimônio arqueológico que toda a cidade herdou dos povos passados. Neste ano, o Setor Educativo do Museu de Sambaqui atendeu mais de cem grupos promovendo 131 atendimentos especializados. O projeto de arqueologia experimental foi um dos destaques. Confira algumas imagens deste trabalho desenvolvido em 2014.






segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Muito Além dos Sambaquis!


Com este título Diretor a Equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) imprimiu SUAS Reflexões de na sexta edição da Revista MUSAS (Revista Brasileira de Museus e Museologia), Que ESTÁ Sendo DISTRIBUIDA nacionalmente Neste Mês de dezembro. O Artigo de 16 Páginas foi Desenvolvido pela educadora Flávia Cristina Antunes de Souza e Pelas monitoras Ana Cláudia Bruhmuller, Priscila Gonçalves e Terezinha Barbosa Contando a Experiência da Educação patrimonial Durante a Pesquisa e escavação na Alameda Brustlein, um popular, Rua das Palmeiras de Joinville. Com o título Muito Além dos Sambaquis : a publicização da arqueologia na Alameda Brustlein o Artigo E resultado das Trocas e atendimentos Realizados Cabelo Setor Educativo com Escolares e com a Comunidade que transitava Cabelo CRP Durante Uma escavação realizada em 2012. Por se TRATAR de hum Espaço Público tombado e caracterizado Como sítio arqueológico histórico, Todas Como ETAPAS DO PROJETO de requalificação da Alameda receberam monitoramento e salvamento arqueológico. Duas trincheiras de escavação foram Abertas em Diferentes Pontos da Calçada de UMA das Ruas Mais conhecidas da Cidade. Um dos principais Objetivos do Setor Educativo do MASJ foi Fazer com Que um patrimônio arqueológico Alameda fosse Reconhecida Como. O Trabalho mostrou que Além dos sambaquis, o MASJ também Atua na Pesquisa de Preservação de Sítios Históricos e que Estes Espaços São Fundamentos de Pará entendermos a Formação e Ocupação urbana da Nossa Cidade. Nºs PROXIMOS dias, o Blog disponibilizará o Artigo Pará consulta digital.




Ação de Educação Patrimonial

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Divulgando a Arte Rupestre

A equipe do Museu de Sambaqui acompanhou a entrevista da arqueóloga da Universidade do Recôncavo Baiano, Fabiana Comerlato, na Rádio Joinville Cultural. Fabiana está em Joinville como palestrante convidada do encerramento do curso de especialização em Arqueologia da UNIVILLE. A palestra será realizada nesta quinta, às 19h, no auditório da AMUNESC. O jornalista Jeferson Correa entrevistou Fabiana sobre o tema da arte rupestre no litoral catarinense. O curso de especialização da UNIVILLE é uma parceria da universidade com a prefeitura de São Francisco do Sul e teve como apoiadores o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville e a Fundação Cultural de Joinville. Vinte especialistas estão sendo formados no curso, que é um dos pioneiros em Santa Catarina nesta área de estudos.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014


Palestra Sobre Arte Rupestre Marca Encerramento 
do Curso de Especialização em Arqueologia

A arqueóloga Fabiana Comerlato, da Universidade Federal do Recôncavo Bahiano (UFRB), é a pesquisadora convidada para a palestra de encerramento da pós-graduação em Arqueologia, promovida pela UNIVILLE. Esta é a primeira especialização com área específica em Arqueologia promovida no Estado e o curso se encerra neste mês com a entrega das monografias.

A iniciativa da especialização surgiu de uma parceria entre a UNIVILLE e a Prefeitura de São Francisco do Sul que disponibilizou bolsas de estudo e a UNIVILLE. Instituições, como o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) e a Fundação Cultural de Joinville (FCJ) também foram parceiras do curso de pós-graduação, que prevê o ingresso de mais profissionais para atuar na pesquisa e na preservação do patrimônio arqueológico regional. 

Acervos de instituições, como o MASJ, estão ganhando novos estudos através de sete pesquisas de monografias. A parceria do MASJ e da FCJ durante a especialização possibilitou a disponibilização do acervo de coleções para uso didático em sala de aula, além do espaço expositivo do museu e de instituições, como o Arquivo Histórico de Joinville. O MASJ também tem apoiado a formação destes novos pesquisadores promovendo reuniões de grupos de pesquisa.. A palestra será realizada no dia 4 de dezembro, às 19h, no auditório da AMUNESC, na rua Max Colin. 





quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Consciência Negra






A equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) participou da homenagem aos descendentes afro sepultados no Cemitério dos Imigrantes de Joinville, nesta quinta-feira. Os educadores Gerson Machado e Flavia Cristina Antunes de Souza e os monitores Mateus Carle e Ana Claudia Bruhmüller representaram a equipe do museu na programação da 6ª. Semana Consciência Negra. O blog do MASJ deixa como sugestão para os leitores o Encontro de Grupos Afro, programados para sábado (22), às 11h, na praça do Mercado Público, e para domingo (23), no Parque da Cidade, das 10h às 14h.




Reencontro







O blog do MASJ registra a visita carinhosa de Marlene Eccel Zabel. Dona Marlene, como é conhecida pela equipe, trabalhou no museu entre 2007 a 2009. Para retribuir o carinho nada melhor do que um selfie em um dos jardins mais fotografados da cidade!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014


Nova comunicação para o Morro do Ouro...


O Morro do Ouro, um dos sambaquis monumentais da nossa região, vai ganhar nova comunicação visual em breve. A equipe do MASJ está desenvolvendo em parceria com o IPPUJ novos painéis para o espaço. Peças do acervo estão sendo selecionadas para a produção de imagens. Confira este belo adorno ósseo, encontrado na pesquisa de salvamento de parte do sambaqui, durante a construção da Ponte do Trabalhador, em 1979.  A peça integra a coleção pesquisada pela arqueóloga Marilandi Goulart, que coordenou o projeto Tecnologia e Padrões de Subsistência de Grupos Pescadores-Coletores Pré-históricos, Habitantes do Sambaqui Morro do Ouro. Este projeto foi de salvamento, pois um dos objetivos era a liberação da área de acesso à Ponte do Trabalhador. O Morro do Ouro fica no bairro Guanabara e tem mais de 4 mil anos de história.




sexta-feira, 7 de novembro de 2014


Divulgando os Sambaquis da Cidade


Nesta semana, a equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville participou da reportagem do Jornal do Almoço sobre o bairro Guanabara, que concentra três sambaquis. O Morro do Ouro, o Guanabara I e II são os sambaquis mostrados na reportagem, que teve a participação da arqueóloga do MASJ, Beatriz da Costa Ramos.

Segue o link abaixo, para você conferir.



Mapa Novo no MASJ

Um mapa com dimensões de 2m por 2m30 também é outra novidade na exposição do MASJ. Venha conferir os sambaquis concentrados na região urbana e veja se eles estão próximos da sua casa. Na mesma exposição, você também pode conferir um vídeo que mostra uma projeção do crescimento urbano no entorno dos sambaquis Espinheiros II e Rio Comprido.