quinta-feira, 4 de junho de 2015

Impressões do Past Food

A programação do 1. Past Food - Sabores Sambaquianos  se encerrou no dia 29 de maio com um retorno muito positivo. Depois de duas semanas de trabalhos internos, as equipes do MASJ e do curso de Gastronomia da Univille receberam cerca de 300 pessoas na degustação aberta ao público. Promovida em dois horários, manhã e noite, antes da palestra com a professora Mariana Corção (PUC), a degustação atingiu os objetivos das equipes do MASJ e Univille. A experiência do paladar, as trocas, vivências e reflexões abriram boas perspectivas de continuidade do projeto. Seguem dois links de vídeos produzidos durante o Past Food, com a parceria da Associação de Amigos do Museu de Sambaqui.

https://www.youtube.com/watch?v=-2-a1-hcjxM

https://www.youtube.com/watch?v=3UpwPAgtIo0

Escola provoca reflexão sobre ambiente e patrimônio


Em defesa da revitalização da praça e da preservação do sambaqui do Rio Comprido, alunos e professores da  Escola Municipal Dom Jaime Barros Câmara fizeram uma manifestação nesta quarta-feira, 3 de junho. A equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville acompanhou a ação da escola e da comunidade.



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Sabor do passado e do presente

A primeira degustação do Past Food atraiu cem pessoas no período da manhã. Estudantes e professores da UNIVILLE, grupos do CRAS do Adhemar Garcia foram
s interessados em saborear alguns alimentos da dieta dos sambaquianos. À noite, a degustação continua, das 19h às 20h. Logo após, o evento se encerra com a palestra da professora convidada, Mariana Corção. Publicaremos mais informações em breve.


terça-feira, 26 de maio de 2015

Degustação experimental




As equipes do MASJ, do curso de Gastronomia e da Especialização em Arqueologia da UNIVILLE estão muito felizes com o envolvimento e a repercussão do 1º Past Food. Nesta sexta (29), depois de algumas semanas  de discussões e trabalhos internos,  vamos demonstrar alguns resultados desta parceria nas degustações programadas para os horários das 9h às 11h e das 19h às 20h. Além da degustação,  haverá uma exposição de banners, de algumas peças de acervo e, às 20h, a palestra com a professora convidada, Mariana Corção (UFPR).
É importante orientar aos interessados que esta degustação é experimental e será uma pequena amostragem das possibilidades de alimentação dos grupos sambaquianos. Pequenas porções de alguns alimentos serão oferecidas aos visitantes que forem conferir a exposição e a prática experimental.  Não haverá comercialização e nem grandes quantidades de alimentos.Segue um teaser do Past Food.

video

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Comida Passado - Experimentações E DISCUSSÕES Teóricas


A programação do 1º Past Food – Sabores Sambaquianos está motivando as equipes do MASJ e do curso de Gastronomia da Univille. Na sexta passada, os alunos começaram as primeiras práticas de preparo com os alimentos identificados em sambaquis da nossa região.  O fogo de chão foi um dos recursos mais utilizados pelas equipes que experimentaram receitas com cará, mariscos, robalo, batata doce e milho.  Para a equipe do MASJ a experiência do preparo e do sabor dos alimentos abre novas perspectivas para a difusão do conhecimento sobre a cultura dos sambaquianos.
As experimentações continuam nesta semana, assim como a discussão sobre as pesquisas arqueológicas e os dados sobre dieta alimentar. Nesta segunda, as equipes do MASJ e da Univille estão envolvidas no seminário sobre artigos científicos. A programação se encerra na próxima sexta (29), com uma degustação das 9h às 11h e das 19h às 20h, no Centro de Artes e Design da Univille. A palestra da professora convidada Mariana Corção finaliza a programação deste 1º. Past Food.





1º Past Food une hábitos alimentares do passado e do presente

Museu de Sambaqui e Univille abriram evento na sexta-feira (22)


Cozinha pedagógica ao ar livre é a experiência que alunos de gastronomia vivenciam no 1º Past Food – Sabores Sambaquianos, projeto que o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) e a Universidade da Região de Joinville (Univille) promovem até o dia 29 de maio.

O evento responde ao tema da 13ª Semana de Museus: Museus para uma Sociedade Sustentável. A ideia é levar o público a pensar o museu como laboratório de práticas sustentáveis, além de divulgar dados científicos obtidos de escavações arqueológicas e outros estudos.

A atividade é realizada dentro das disciplinas de Metodologia Científica e História da Alimentação e Habilidades de Cozinha. A base para todo o processo foram oito artigos de arqueologia cedidos pelo MASJ. “Eles extraíram de leituras aquilo que seria possível utilizar nesta prática experimental”, conta Roberta Meyer, coordenadora do museu.

O Past Food nasceu em 2013, a partir de pesquisas da equipe técnica do museu. “Pensamos numa forma mais fácil de mostrar à comunidade como muitos costumes dos povos coletores-caçadores-pescadores estão atrelados à nossa realidade alimentar”, completa Roberta.

O combustível dos estudantes são os insumos alimentares, a exploração de recursos naturais, o possível modo de coleta e de preparo e a criação de receitas adaptadas de modo a ficarem mais próximos à tecnologia do passado. Saem fogões, fornos e microondas e entram fogueiras de chão.

A prioridade é dada a alimentos encontrados no ecossistema da região norte, observados na dieta dos grupos estudados nos sambaquis Cubatão I, Espinheiros II, Morro do Ouro, Enseada e Itacoara. Assim, tais registros primitivos dialogam com as práticas modernas.

Como a primeira edição se concentra na dieta alimentar dos sambaquianos, os alunos foram separados em sete grupos: peixes, berbigão, batata-doce, milho, marisco, pinhão e cará. Para isso, todo o processo contou com suporte teórico da equipe técnica do Museu de Sambaqui. “Além de observamos a evolução de hábitos alimentares, trazemos para o dia a dia a herança cultural desses povos antigos”, comentou Carmen Amaral, estudante e cozinheira profissional.

Perto da cozinha, artefatos antigos são expostos no bistrô, como pontas de lança e machadinhas. Os materiais ancestrais se confundem com os utensílios domésticos usados pelos alunos para limpar cada alimento. Todos estavam trajados conforme as exigências sanitárias.

Robalos, berbigões e batatas-doce aos poucos eram dispostos em argila, folhas de bananeiras ou panelas de barro. De tempero, no máximo sal. Nada de óleo ou panela de inox. Os preparados seguiam para pedras em buracos improvisados no pátio, com fogo obtido de gravetos. “Hoje é tudo ágil, simples e prático. É legal tentar compreender como nossos antepassados cozinhavam”, falou a estudante Elaine Sales, que pela primeira vez teve contato com cará.

A organização é do curso de Gastronomia e da pós-graduação de Arqueologia, ambos da Univille, em conjunto com o Museu de Sambaqui. Na semana que vem, as atividades continuam. Haverá degustação pública das receitas testadas e uma palestra no dia 29. Ainda será produzido um artigo científico a ser apresentado no Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira, em setembro.

Programação

Dias 22, 25 a 29 de maio – atividades experimentais em dois horários (8h30 às 12h e19h às 22h30). Alunos de Gastronomia da Univille fazem releituras de receitas a partir dos insumos consumidos pelos grupos pré-coloniais.
Local: curso de Gastronomia. Equipe do MASJ participa da atividade.

Dia 25 de maio – seminário científico em dois horários (8h30 às 12h e 19h às 22h30).
Local: Centro de Artes e Design da Univille. Equipes do MASJ e Univille.

Dia 29 de maio – degustação e palestra com a professora Mariana Corção (UFPR).
Atividade aberta ao público, a partir das 19h.
Local: Centro de Artes e Design da Univille. 

ACESSE: COMIDA RÁPIDA

1o. Past Food    -   Sabores Sambaquianos
O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville/MASJ e o Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia/UNIVILLE convidam:

Data: 29 de maio
Horário: 9h às 11h e das 19h às 20h
Degustação no Centro de Artes e Design/UNIVILLE
Palestra com a professora doutora Mariana Corção (UFPR) às 20h (Auditório do Centro de Artes e Design – UNIVILLE)


terça-feira, 19 de maio de 2015


Sustentabilidade é coisa do passado!

Museu de Sambaqui e UNIVILLE discutem 
recursos naturais e hábitos alimentares no 1º. Past Food
com programação científica, atividades experimentais e degustação

Você gosta de comer  bagre, robalo, baiacu, corvina? Ostras, berbigões e mariscos? E gosta de cará, batata-doce, taioba, milho e pinhão? As preferências de paladar costumam ser individuais e seletivas. No entanto, elas também estão relacionadas com os hábitos e heranças culturais. No caso dos alimentos citados, estas preferências são antigas. Especificamente, de milhares de anos atrás. É o que nos revelam os dados obtidos em pesquisas sobre alguns sambaquis da nossa região. Os insumos alimentares, a exploração dos recursos, o possível modo de coleta e de preparo e a criação de algumas receitas, pensando na tecnologia do passado, movimentam a programação científica do Past Food – Sabores Sambaquianos, que o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville promove neste mês, em parceria com o curso Superior de Tecnologia em Gastronomia da UNIVILLE.

O Past Food tem uma programação científica que ao encontro do tema proposto pelo ICOM para a 13ª Semana de Museus, que é “Museus para uma Sociedade Sustentável”. Com o projeto Past Food: Sabores Sambaquianos, o MASJ provoca o público mais uma vez a pensar o Museu como um laboratório de práticas sustentáveis, aberto a apropriações variadas. A programação começou no dia 13 de maio e se encerra no dia 29, com uma degustação e palestra aberta ao público.

O evento é uma proposta do MASJ com o objetivo de criar possibilidades diversas de divulgação dos dados científicos, que podem ser obtidos através de uma escavação arqueológica. Em específico sobre as analises que identificam a dieta de grupos passados, como os pescadores-caçadores-coletores que construíram os sambaquis. Nesta primeira edição, o foco é a dieta alimentar dos sambaquianos. Especificamente, os alimentos identificados na fauna e na dieta destes grupos, a partir de pesquisas realizadas nos sambaquis  Cubatão I, o Espinheiros II, o Morro do Ouro, o Enseada e o Itacoara.

O curso de Gastronomia e a pós-graduação de Arqueologia da UNIVILLE são parceiros do evento e estão desenvolvendo a proposta com os alunos da primeira fase das disciplinas Metodologia Científica e História da Alimentação e Habilidades de Cozinha. A programação envolve um seminário científico, com discussão de oito artigos de arqueologia sobre dados alimentares e herança cultural, a prática experimental para criação de receitas, tendo como referência as possibilidades tecnológicas do passado, uma degustação pública e uma palestra sobre memória gustativa.

O seminário e as práticas experimentais serão desenvolvidos entre as equipes da UNIVILLE e o MASJ. Já a degustação de receitas criadas pelos alunos e a palestra com a professora Mariana Corção (UFPR) serão abertas ao público e ocorrem no dia 29 de maio, às 19h, no Centro de Artes e Design da UNIVILLE.  Toda a equipe técnica do MASJ se envolveu na pesquisa e produção do evento, que inclui ainda a criação de peças gráficas que estarão em exposição no dia 29, durante a degustação e a palestra. Equipes da Fundação Cultural de Joinville e da Secretaria de Comunicação também estão participando da programação e criação das peças.


quarta-feira, 18 de março de 2015




LAMENTAMOS INFORMAR QUE ESTAMOS FECHADOS POR PERÍODO INDETERMINADO...


MAIS UMA ENCHENTE DANIFICA O PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO E FORÇA O FECHAMENTO DO MUSEU SAMBAQUI À VISITAÇÃO E AO ACESSO DE PESQUISADORES

Na madrugada de 13 de março de 2015 a edificação sede do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville, situado na rua Dona Francisca, 600 – Centro, Joinville/SC, foi atingida por mais uma enchente que em alguns setores chegou a 0,95 m de lâmina de água.
Tal evento, além de prejudicar todo o desenvolvimento do planejamento institucional, agravou as já degradantes condições de trabalhos às quais os funcionários estão submetidos, atingindo todo o acervo institucional, tanto pela inundação direta quanto pelos efeitos secundários (umidade, material biológico e químico em suspensão etc.).
Da mesma forma, os recursos didáticos, museográficos (exposição itinerante Face a Face com a Pesquisa, Kit Didático, exposição itinerante Afinal o que é Arqueologia?, reconstituição masculina da face do homem sambaquiano, entre outros materiais de apoio), equipamentos e mobiliários foram seriamente danificados, comprometendo significativamente o desenvolvimento das ações de comunicação museológica a médio prazo (5 anos).
A edificação sede do MASJ que já apresentava sérios problemas de salubridade, segurança e superlotação, foi interditada pela Vigilância Sanitária em 2012, com esta enchente teve essas condições pioradas. Desde aquela época, várias alternativas foram apresentadas na tentativa de solucionar tanto os problemas que ameaçam a salvaguarda do acervo quanto garantir um ambiente de trabalho mais adequado aos servidores e ao público visitante.
Destacamos que as áreas de reserva técnica, laboratórios e biblioteca, mantêm-se interditadas, comprometendo todas as ações de salvaguarda e pesquisa, impedindo o acesso do cidadão aos bens culturais da nação.

Tendo em vista a recorrência desta situação que coloca em risco o patrimônio cultural brasileiro, bem como, a continuidade das ações institucionais do MASJ, a equipe técnica solicita a imediata transferência dos acervos e dos setores para um espaço adequado, garantindo a efetiva proteção e o acesso aos bens do patrimônio cultural arqueológico da união, sob a guarda do MASJ. 





       



sexta-feira, 6 de março de 2015


Registros da semana



As atividades foram intensas nesta semana no Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville. Na segunda-feira, o destaque foi a primeira edição do evento Uma Noite no Museu, com a participação do arqueólogo e professor da Universidade Federal de Minas Gerias, André Prous.  Alunos de mestrado em Patrimônio, da especialização em Arqueologia e do curso de História da Univille prestigiaram o evento, que abriu a programação científica do MASJ em 2015. Além da palestra, Andre Prous participou de discussões internas com a equipe técnica do museu durante dois dias de colaboração científica. A vinda dele foi uma iniciativa do MASJ, que teve apoio da Associação de Amigos do MASJ e da Fundação Cultural de Joinville. Também registramos a turma de 14 alunos do SESI que contou com o atendimento especial das monitoras do MASJ. Fica o registro de uma semana com trabalhos de inclusão social,muitos  diálogos e intercâmbio cultural e científico.





segunda-feira, 2 de março de 2015



Arqueólogo André Prous abre programação científica do MASJ

O arqueólogo André Pierre Prous é o professor convidado do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) e da Associação de Amigos do Museu (AAMS) para abrir a programação cultural Uma Noite no Museu. Este evento é uma mediação cultural que o MASJ vem promovendo, desde 2014, para fazer intercâmbio com alunos e pesquisadores do campo do patrimônio arqueológico regional.
Nesta segunda, dia 2 de março, às 19h, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais e autor de livros, como Arqueologia Brasileira, O Brasil Antes dos Brasileiros e Brasil Rupestre, entre tantas publicações fará uma conversa com alunos do curso de História e Mestrado em Patrimônio da cidade. O tema proposto é Sambaqui, Arte e Trabalho na Pedra e a palestra será realizada no MASJ.
Além desta ação, o arqueólogo fará uma colaboração científica com a equipe técnica do MASJ em atividades internas programadas para os dias 2 e 3 de março. André Prous é um especialista em arqueologia pré-histórica, com foco na produção de artefatos líticos (zoólitos e ferramentas). A vinda dele é uma ação da AAMS, do Museu de Sambaqui, com apoio da Fundação Cultural de Joinville e da UNIVILLE.


Apoiadores: AAMS, FCJ, UNIVILLE e Hotel Slaviero.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Zoólitos do MASJ em exposição do MAM



As belas esculturas  produzidas pelos grupos construtores de sambaquis  encantaram e provocaram  a crítica e curadora de arte de São Paulo, Aracy Amaral.  Isto ocorreu há mais de 15 anos, quando Aracy conheceu parte da coleção de zoólitos do Museu Arqueológico Sambaqui de Joinville. O impacto destas obras de arte produzidas há milhares de anos marcou a curadora, que ficou com um projeto em mente.  Nesta semana, ela  retornou ao MASJ para uma visita técnica especial: fazer uma seleção de zoólitos para a curadoria do seu projeto de exposição que tem como foco esta arte pré-histórica encontrada nos sambaquis. “Fiquei muito impressionada e pensei na importância de pessoas de outras regiões terem acesso a esta arte. Os artistas precisam conhecer estas obras ancestrais“. Aracy e o curador adjunto Paulo Myada estão em uma jornada pelos museus de arqueologia do Brasil. O MASJ tem uma das maiores coleções do Brasil de zoólitos encontrados em sambaquis.   A exposição, programada para outubro, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) tem a consultoria do arqueólogo André Prous.  Além da arte dos pescadores-caçadores-coletores, seis artistas integrarão a exposição produzindo releituras, a partir dos zoólitos.  Em breve, publicaremos mais informações sobre a exposição.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Nós e o Museu





A Associação de Moradores do Guanabara  inscreveu o Projeto Nós e o Museu no Prêmio Catarinense de Museus, uma das categorias do Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura. O projeto é uma parceria entre a Associação do Guanabara e a equipe do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville. A proposta prevê a promoção de exposições itinerantes nos bairros Comasa, Guanabara, Espinheiros e Aventureiro, quatro tours arqueológicos para os moradores destes bairros conhecerem os sambaquis de cada região, a promoção de um colóquio patrimonial, quatro oficinas de argila, melhoria na climatização e no sistema de som da Associação, além da disponibilização de 12 traslados para alunos das escolas públicas  do  6º. ano participarem do projeto de Arqueologia Experimental no MASJ.  O projeto Nós e o Museu começou a ser desenvolvido em novembro de 2014, quando a equipe do MASJ apresentou a proposta para a diretoria da Associação. Algumas atividades do projeto devem ser realizadas na sede da associação do bairro, que concentra em sua região três sambaquis: o Morro do Ouro, o Guanabara I e o Guanabara II.  O cronograma de execução do projeto prevê seis meses de atividades.  Na imagem, a educadora do MASJ e coordenadora do projeto, Flavia Cristina Antunes de Souza, o presidente da Associação do Guanabara, Sinval Teixeira, e o diretor de Reivindicações Comunitárias, Osvaldo Bittelbrum Filho durante reunião para finalizar a proposta.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Afinal, o projeto segue!





Nesta semana, a equipe técnica do MASJ reiniciou os trabalhos para a revitalização da exposição itinerante Afinal, o que é Arqueologia. Durante nove anos, esta exposição circulou por Joinville e cidades vizinhas atingindo um público de mais de 20 mil pessoas. Em 2011, o museu encaminhou ao edital do IBRAM um projeto para recuperar, modernizar e adequar a exposição. O projeto coordenado pelo educador Gerson Machado foi aprovado e, desde 2014, o museu tem trabalhado para desenvolver as propostas de modernização. A nova concepção visual está sendo elaborada pela equipe da SECOM, sob a coordenação do gerente de Marketing, Pierre Themotheo, que esteve no MASJ para discutir os conceitos básicos da exposição. A consultora Amanda Tojal também integra a equipe e, em breve, estará em Joinville para discutir a acessibilidade de todo o material. Módulos novos, história em quadrinhos, jogos, equipamentos multimídia são algumas das novidades da exposição. O blog do MASJ vai registrar todas as etapas!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Monitoramento 2015









A equipe técnica do MASJ deu início às vistorias de campo de 2015. Nesta semana, com o apoio da Marina das Garças, estivemos no sambaqui Cubatão I, localizado na Foz do Rio Cubatão. Infelizmente, a erosão deste sambaqui continua em ritmo acelerado e o desmoronando do perfil nordeste do sítio é cada vez mais visível. Há mais de dez anos o Museu de Sambaqui vem monitorando o Cubatão I. Alternativas, como a implantação de gabiões para amenizar o impacto das marolas que se formam durante a passagem dos barcos podem ter resultados positivos e o museu tem pleiteado recursos para esta estratégia.  Além da erosão, os vestígios de fogueira e lixo contemporâneos no entorno e na base do sambaqui também prejudicam a preservação deste patrimônio. Muitas pessoas invadem os limites do sambaqui para fazer fogueira durante a pesca, chegando até a escavar buracos na base do sítio. A equipe do MASJ reforça que estes danos são crimes previstos por lei. Além disso, os vestígios atuais podem comprometer as pesquisas futuras, como a coleta de dados para a datação e para identificação da dieta e das rotinas dos grupos pescadores-caçadores-coletores.  O MASJ tem projeto aprovado pelo Ministério da Cultura para captar recursos e dar continuidade à escavação e pesquisa arqueológico no Cubatão I.  Seja parceiro do MASJ e dos sambaquis. Aproveite estes espaços sem danificá-los !